Todo Dia Com as Escrituras

2 Crônicas 4:1-22 (leia aqui)

Completamente revestido com ouro, o templo fala sobre a justiça perfeita e pura. Além disso, o adorador não poderia aproximar-se sem antes ter passado pelo altar de bronze do sacrifício. Esse altar era quadrado, e suas dimensões, vinte côvados (cerca de nove metros) de largura, eram idênticas às do Santo dos Santos. Em outras palavras, as glórias do Santo dos Santos correspondem às grandezas e à perfeição do sacrifício representado pelo altar.

E aqui está “o mar”. Os doze bois nos trazem à memória a paciente e perseverante obra de Cristo conforme Efésios 5:26, bem como a firmeza que deve ser demonstrada para resistir às influências externas e manter a pureza. Apenas depois disso outros itens são enumerados: as pias, os candelabros, as mesas, o altar de bronze e vários acessórios dos sacerdotes. Tudo, enfim, relembra que não podemos desfrutar das verdades representadas por tais objetos a menos que tenhamos sido moralmente purificados no “mar de bronze” (Salmo 26:6; 2 Coríntios 7:1).

Com exceção do cálice e do pão da Ceia do Senhor, o adorador no Novo Testamento não tem mais nenhum objeto visível, sacramento ou cerimônia diante de si. Nossa adoração agora é “em espírito e em verdade” (João 4:24). Tudo o que contemplamos é pelos olhos da fé, e não por coisas materiais ou rituais religiosos.

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