Levítico 16:1-14 (leia aqui)

Nesse ponto, Arão recebe instruções para uma ocasião especial, o grande Dia da Expiação (ver 23:27). É a esse evento que Hebreus 9 se refere (vv. 7, 12, 25). Uma vez por ano, após ter oferecido sacrifício por si mesmo, o sumo sacerdote oferecia outro sacrifício por todos os pecados do povo cometidos durante o ano. Então ele trazia o sangue daquele sacrifício para dentro do véu, e o aspergia sobre o propiciatório. Esse ato dava o nome ao propiciatório. “Porquanto é o sangue que fará expiação em virtude da vida” (17:11). As reivindicações do trono de Deus eram satisfeitas, e Ele podia olhar com generosidade para Seu povo. Não que o sangue de um bode tivesse o poder de limpar um só de todos os pecados que o povo cometera durante um ano inteiro, mas ele falava a Deus antecipadamente do sangue precioso de Seu Cordeiro.

Ao contrário do que poderíamos pensar, não era com vestes de glória e beleza que Arão se apresentava diante do Senhor. Ele se despia de toda a glória na presença da glória de Deus, e somente poderia estar ali vestido de linho fino, símbolo da justiça prática (v. 4; Apocalipse 19:8).

O suave odor do incenso acompanhava Arão dentro do véu; da mesma maneira, Cristo entrou no Santo dos Santos, oferecendo a Deus o aroma suave de todas as Suas excelentes glórias.

Extraído do Guia Devocional do Antigo Testamento Vol 1

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