O Irã Intensifica a Influência por toda a América Latina

Desde 2002, o grupo Hezbollah de libaneses xiitas apoiados pelo Irã se tornou visivelmente ativo na América Latina.[1] A América do Sul e Latina se tornou também uma das bases principais para a arrecadação de recursos para os terroristas. O Hezbollah angaria milhoes de dolares na America do Sul vendendo DVDs piratas, de acordo com a Rand Corporation, um instituto americano de estudos sobre politica publica. Um estudo recente frisa que a area da fronteira triplice Brasil-Argentina-Paraguai “tem surgido como o centro de financiamento mais importante do terrorismo islamico fora do Oriente Medio.”[2]

O Hezbollah, apoiado pelo Irã, está atualmente mantendo uma base regional na Venezuela, a partir da qual ele mobiliza terroristas e distribui material.[3] Existem bases operacionais na regiao destituida de controle de fronteiras, entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai. O Hezbollah — um grupo Shiita baseado no Líbano — e outros grupos terroristas islamicos utilizam varios sites da Web para recrutamento e doutrinação de sua visão islamica extremista.[4]

A INFLUÊNCIA IRANIANA POR PAÍS

Argentina

• Desde a decada de 1990, o Hezbollah tem operado na Argentina com a ajuda do Irã. Em outubro de 2006, promotores publicos acusaram o Hezbollah como o responsavel pela explosao do centro judaico AMIA de Buenos Aires em 1994, na qual morreram 85 pessoas e 300 ficaram feridas. A Argentina acusou o Irã de orientar o Hezbollah a perpetrar o crime[5] e sete diplomatas iranianos graduados foram acusados, incluindo o antigo Presidente iraniano Akbar Hashemi Rafsanjani.[6] Em fevereiro de 2008, um juiz americano determinou que o Hezbollah e o Irã foram os responsaveis pela bomba que explodiu na embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992, que matou 29 pessoas e feriu mais de 242.[7]

Brasil

• Em 25 de outubro de 2009 a Agência de Notícias República Islâmica, a agência de notícias estatal oficial, anunciou que o Irã estava se preparando para assinar um acordo de cooperação na mídia com o Brasil.[8]
• Entre 2002 e 2007, o volume do comércio Irã-Brasil quadruplicou para $2 bilhões.[9] A maioria das exportações do Irã ao Brasil consiste de petroquímicos e produtos do petróleo.[10]
• Em 23 de novembro, Ahmadinejad devera viajar para o Brasil.[11] A visita ocorre em epoca em que a Republica Islamica e o Brasil elevam o nivel de seus laços bilaterais em varios campos. Em novembro de 2008, o Ministro das Relações Exteriores brasileiro Celso Amorim disse que o Brasil considera o desenvolvimento de relações com o Irã uma prioridade da politica externa.[12]
• Alem da controvertida elevaçao das relaçoes economicas e diplomaticas entre o Brasil e o Irã, um país que foi censurado pelo Conselho de Segurança da ONU por sua sua nao obediencia com relaçao ao seu programa de enriquecimento de uranio, os Estados Unidos e outras naçoes ocidentais estao preocupadas com o grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irã, por estar “ganhando forças e impulso” na America Latina, em especial no Brasil.[13]
• Durante uma visita ao Brasil em março de 2009, o Ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki anunciou: “Os dois paises [Brasil e Irã] estao no limiar do inicio de um novo capitulo em suas relações.” Alem disso, ele frisou seu desejo de aumentar o volume do comercio bilateral entre os dois paises para 3 bilhões de dolares nos proximos anos.[14]
• “O Irã considera a America Latina uma prioridade na sua politica externa e o Brasil ocupa uma posiçao especial dentro dela,” disse Mottaki durante um encontro com Amorim em Teera.[15]
• As exportações do Brasil para o Irã atingiram mais de 1,5 bilhões de dolares em 2007.[16]
• Durante sua visita no Brasil, Mottaki falou de seu desejo de cooperaçao bilateral nos campos da pesquisa agricola, ciencias, tecnologia, energia, petroleo e gas. Durante um encontro com o Ministro das Relações Exteriores Mottaki, o Ministro das Minas e Energia, Nelson Jobim disse: “O Irã e nosso amigo, com o qual estamos muito interessados em expandir os laços. [...] Assim, podemos ter uma boa cooperaçao em todas as areas, e em especial no setor de energia.”[17]
• Mottaki propos um “roadmap” para a cooperaçao em energia entre o Irã e o Brasil, particularmente no setor petrolifero e de produçao de eletricidade. O Ministro brasileiro de Energia, Edison Lobao, disse: “O Irã e nosso amigo, com o qual muito gostariamos de aprofundar nossas relações.”[18]
• “O Irã e o Brasil sao dois paises em linha com a cooperaçao Sul-Sul e o Brasil tem sempre se beneficiado com suas relações com o Irã,” disse o Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, durante uma conferencia de imprensa conjunta com seu colega iraniano.[19]
• Em novembro de 2008, o Brasil pediu ao Conselho de Segurança da ONU para “engavetar o dossie nuclear sobre o Irã e permitir a normalizaçao do caso de enriquecimento do pais.”[20]
• Em março de 2009, o comandante das forças americanas na America Latina, James Stavridis, advertiu sobre o crescimento das atividades iranianas e do Hezbollah em toda a regiao: “Vemos uma grande atividade do Hezbollah na America do Sul, em especial. A fronteira triplice do Brasil provoca uma preocupaçao especial, tanto como no Brasil, no Paraguai e na Argentina, assim como [outras] partes do Brasil e na Bacia do Caribe.”[21]
• O Presidente do Brasil Luis Inacio Lula da Silva anunciou publicamente seu apoio ao programa nuclear iraniano em setembro de 2007.[22]

Bolivia

• O Presidente Iraniano Ahmadinejad disse numa reunião com o Presidente boliviano Evo Morales que Irã e Bolívia “Estarão juntos como dois irmãos e com a Graça de Deus permanecerão juntos para sempre.” Ele acrescentou, “Apesar da distância geográfica entre nossos dois países, nós estamos determinados a expandir nossas relações com a Bolívia.”[23]
• O Presidente Morales anuncia que Irã e Venezuela financiarão em conjunto um jornal nacional boliviano e possivelmente uma estação de TV.[24]
• Um relatório da inteligência de Israel publicado pela Associated Press em Maio de 2009 suspeita que Bolívia e Venezuela estão fornecendo urânio ao Irã para o seu programa nuclear.[25]
• O Irã proporcionou a Bolivia 1,1 bilhões de dolares em fundos de cooperaçao industrial desde 2007.[26]
• Durante a operaçao de defesa de Israel em Gaza, encerrada em 18 de janeiro de 2009, a Bolivia cortou suas relações com Israel em protesto contra as ações de Israel, aparentemente em solidariedade com o Irã, mesmo que Israel nao tivesse embaixador na Bolivia.[27]

Colombia

• Em outubro de 2008, as autoridades americanas e colombianas desmantelaram uma operaçao, apoiada pelo Irã, de trafico de drogas do Hezbollah, e cujos lucros foram enviados para a Europa, Estados Unidos e para milicias no Libano, de acordo com relatorios do Departamento da Justiça dos Estados Unidos.[28]
• Em março de 2009, o comandante das forças americanas na America Latina expressou sua preocupaçao, numa sessao da Comissao das Forças Armadas do Senado americano, sobre o nivel das atividades do Hezbollah e do Irã no pais e seu envolvimento com o trafico colombiano de drogas: “Temos visto na Colõmbia uma conexao direta entre o Hezbollah e a atividade de trafico de narcõticos,” disse ele.[29]

Cuba

• Em fevereiro de 2006, Cuba e Irã assinaram um acordo de cooperaçao econõmica para “facilitar a exportaçao de mercadorias iranianas, assim como serviços de engenharia e de tecnica para Cuba.”[30]
• Em meados de 2008, o Irã proporcionou a Cuba uma linha de credito de 270 milhões de dolares.[31]

Equador

• Em dezembro de 2008, o Presidente equatoriano Rafael Correa anunciou planos de comprar armas do Irã. “Nós temos que nos equipar … Irã pode nos suprir e ajudar-nos com crédito,” disse Correa. O Ministro Iraniano de Defesa Mostafa Mohammed-Najjar disse, “Nós estamos preparados para transmitir nosso conhecimento em várias áreas de defesa à fraternal nação do Equador.”[32]
• O ministro do exterior iraniano Manouchehr Mottaki visitou o Equador para a posse do Presidente Correa em Agosto de 2009.[33]
• Em setembro de 2009, o Banco Iraniano de Desenvolvimento da Exportação anunciou planos de abrir uma filial na capital equatoriana de Quito para incrementar o desenvolvimento econômico iraniano na América Latina. O chefe do Banco Central do Equador Carlos Vallejo disse que o Irã concordou em abrir uma linha de crédito de $40 milhões para exportadores equatorianos e considera depositar $145 milhões em bancos nacionais do Equador.[34]
• Em janeiro de 2008 o Irã estabeleceu um escritõrio comercial em Quito.[35]
• Em março de 2008, o Irã e o Equador concordaram sobre uma cooperaçao econõmica e militar.[36] O Presidente Rafael Correa visitou o Irã em dezembro de 2008, quando os dois paises concordaram em abrir embaixadas em cada capital e explorar a cooperaçao nos campos de defesa, energia, tecnologia e ciencias.[37]
• No inicio de 2009, instrutores militares do Irã, especializados em guerra de guerrilha e anti-guerrilha supervisarao os militares equatorianos.[38]
• Em março de 2009, oficiais do Irã disseram que emprestariam 40 milhões de dõlares para financiar duas usinas de eletricidade no Equador.[39]
• O Embaixador de Israel no Equador, Eyal Sela, relatou que o Irã planeja criar uma rede arabe de TV na America Latina, para se comunicar com o pu?blico. Sela tambem disse que ha um grande interesse iraniano nos depõsitos de uranio da Bolivia e do Equador, e que o Irã tem investido mais de 20 bilhões de dõlares pela America Latina.[40]

Mexico

• O comércio entre Irã e México subiu de $56 milhões para $62 milhões entre 2000 e 2007, com uma média anual de crescimento de 11 por cento.[41]
• Em Março de 2009, The Washington Times relatou que a Hezbollah, apoiada pelo Irã, está aproveitando as rotas que cruzam a fronteira mexicana, contrabandeando drogas e pessoas através da fronteira dos E.U.A. para lucrar e desenvolver ligações com os cartéis mexicanos de drogas.[42]
• Os membros do Hezbollah, apoiado pelo Irã, usam a fronteira com o Mexico para entrar nos Estados Unidos. Em maio de 2001, o conselheiro de segurança nacional do Mexico e seu embaixador nos Estados Unidos, Adolfo Aguilar Zinser, relatou: “Grupos terroristas espanhõis e islamicos estao usando o Mexico como um refugio.”[43]
• Em dezembro de 2002, o dono de um cafe em Tijuana foi preso por ter contrabandeado mais de 200 libaneses para os Estados Unidos. Muitos deles foram considerados como tendo laços terroristas com o Hezbollah, apoiado pelo Irã.[44]
• Em 1° de maio de 2005, Mahmoud Yossef Kourani, irmao do chefe de operações militares do Hezbollah no sul do Libano, declarou-se culpado, nos Estados Unidos, de apoiar financeiramente o Hezbollah. Kourani tinha sido contrabandeado atraves da fronteira Mexico-Estados Unidos depois de ter subornado um funcionario consular mexicano em Beirute para receber um visto mexicano de entrada. Nos Estados Unidos, ele morava entre expatriados libaneses em Dearborn, Michigan, onde angariava fundos para atividades terroristas do Hezbollah no Libano.[45]

Nicaragua

• Em março de 2007, o Irã e a Venezuela prometeram 350 milhões de dõlares para a construçao de um porto maritimo de aguas profundas em Monkey Point, na costa do Caribe da Nicaragua.[46]
• Ainda em 2007, o Irã fez a Nicaragua um emprestimo de 231 milhões de dõlares para construir uma represa hidroeletrica.[47]
• Em julho de 2007, o Presidente da Nicaragua, Daniel Ortega, permitiu a 21 iranianos entrar no pais sem vistos.[48]
• Em agosto de 2008, o Irã doou 2 milhões de dõlares para a Nicaragua para construir um hospital.[49]
• Na embaixada do Irã em Managua, Nicaragua, funcionarios iranianos tem imunidade para viajar sem restrições. Como a embaixada esta protegida contra observadores externos, funcionarios dos Estados Unidos receiam que a embaixada se torne um eixo no transporte de armas.[50]
• Em fevereiro de 2009, o Embaixador do Irã na Nicaragua revelou que o Irã planeja investir mais de 200 milhões de dõlares na Nicaragua, para a construçao de uma represa e de uma estaçao de energia hidroeletrica.[51]

Panama

• As prõximas eleições presidenciais em maio de 2009 no Panama poderao reforçar a influencia de Chavez – e por tabela a do Irã – na regiao. A candidata favorita Balbina Herrera (do Partido Democratico Revolucionario) podera potencialmente se juntar a uma aliança estrategica com a China, Ru?ssia e o Irã contra os Estados Unidos, e continuar a iludir o eleitorado favoravel a negõcios e amigo dos Estados Unidos no Panama.[52]

Paraguai

• Em agosto de 2008 o esquerdista Fernando Lugo foi eleito com forte apoio da grande populaçao muçulmana do pais. Os esforços de levantamento de fundos nas areas muçulmanas foram apoiados pelo Irã e pela Venezuela. Com a vitõria de Lugo, Ahmadinejad o congratulou, chamando-o de “um homem de Deus e um inimigo do Grande Sata”.[53]

Uruguai

• Em outubro de 2007, investigadores uruguaios surpreenderam seu governo tentando comprar munições do Irã. A compra foi desviada atraves da Venezuela, para contornar as restrições da ONU sobre a Repu?blica Islamica. A remessa, em navio de bandeira da Marinha uruguaia, incluia cerca de 15.000 cartuchos de munições iranianas, que faziam parte de um negõcio ilegal maior, envolvendo a venda de 18.000 rifles automaticos de produçao iraniana.[54]
• Em outubro de 2008, Ahmadinejad se encontrou com o novo Embaixador do Uruguai em Teera, Fernando Arroyo, frisando que o Irã esta determinado a ampliar suas relações com o Uruguai.[55]

Venezuela

• Em 8 de Setembro de 2009, o procurador de Manhattan Robert Morgenthau disse que o Banco Internacional de Desenvolvimento CA, uma divisão do Banco de Desenvolvimento da Exportação do Irã, desenvolveu ligações com bancos no Panamá e Venezuela como um meio de esquivar-se das sanções internacionais resultantes de seu programa nuclear.[56]
• Em 3 de abril de 2009, Chávez visitou Tehran para inaugurar o Banco de Desenvolvimento Irã-Venezuela, estabelecido pelo Banco de Desenvolvimento da Exportação do Irã, que foi instalado sob sanções pelo Tesouro dos E.U.A. por suposto financiamento do programa nuclear do Irã. Um relatório da mídia estatal iraniana diz que o capital inicial do banco totaliza $2 milhões, mas, “O capital aumentará para 1.2 bilhões de dólares com a finalidade de apoiar projetos comuns econômicos, industriais e de mineração, assim como aumentar o ritmo de execução dos projetos correntes.”[57]
• Em setembro de 2009, Chávez realizou sua oitava visita oficial à República Islâmica durante a qual ele concordou em exportar 20,000 barris por dia de gasolina ao Irã o que facilitará a Tehran preencher a deficiência de combustível resultante das sanções internacionais contra tais importações relacionadas à energia.[58]
• Em outubro de 2009, o Presidente Hugo Chávez anunciou que o Irã está ajudando a Venezuela explorar e eventualmente minerar seus depósitos de urânio.[59] A Venezuela supostamente tem 500 toneladas de reservas de urânio e Chávez está buscando a ajuda do Irã para desenvolver uma “vila nuclear.”[60]
• De acordo com o dissidente e jornalista iraniano Manouchehr Honarmand – que ficou aprisionado por tres anos na Venezuela – funcionarios iranianos estao envolvidos em todos os setores da economia venezuelana.[61]
• Ahmadinejad e Chavez se encontraram sete vezes desde novembro de 2008.[62]
• Desde 2001, o Irã e a Venezuela assinaram mais de 180 acordos comerciais, avaliados em mais de 20 bilhões de dõlares em investimentos potenciais.[63]
• Em inicios de 2007, o Irã e a Venezuela iniciaram um Fundo de Liberaçao de 2 bilhões de dõlares para paises que desejam se libertar de uma suposta “dominaçao americana”. Ahmadinejad disse que o Irã e a Venezuela estao “promovendo o pensamento revolucionario atraves do mundo”.[64]
• Em março de 2007, a IranAir iniciou võos na rota Teera-Damasco-Caracas. No outubro seguinte, a empresa estatal de aviaçao da Venezuela, Conviasa, tambem começou a seguir esta rota. Um funcionario sirio disse que os võos eram uma maneira de evitar as “importunações” que os viajantes muçulmanos tinham apõs o 11 de setembro de 2001.[65]
• Em dezembro de 2008, o diario italiano La Stampa relatou que varios võos da Conviasa tinham transportado funcionarios da inteligencia iraniana, oficiais militares e materiais banidos pela ONU, incluindo componentes do programa de misseis balisticos do Irã.[66]
• Diplomatas iranianos, assim como membros do Hezbollah e da Guarda Revolucionaria do Irã, podem agora voar diretamente para a Venezuela, e depois para outros paises latino-americanos. Na realidade, os membros do Hezbollah estao voando de ida e de volta, alguns para “treinamento no Irã”. Recentemente a inteligencia americana sugere que o Hezbollah e a Guarda Revolucionaria iraniana possuem uma força-tarefa no local para sequ?estrar viajantes judeus na Venezuela e os enviar pela IranAir para o Libano.[67]
• Em julho de 2007, o Irã e a Venezuela iniciaram a construçao de dois complexos petroquimicos conjuntos, um no Irã e um na Venezuela, a um preço combinado de 1,4 bilhões de dõlares.[68]
• Em novembro de 2007, Chavez e Ahmadinejad assinaram quatro memorandos de entendimento com a intençao de criar um banco conjunto, um fundo, um programa de treinamento industrial tecnico e um acordo comercial.[69]
• Tarek El-Aissami, que foi recentemente nomeado Ministro do Interior e Justiça na Venezuela, e acusado de ter afiliações com o Hezbollah. El-Aissami e acusado de fornecer documentos falsos e de expedir passaportes ilegalmente para membros do Hamas e do Hezbollah, quando era chefe do serviço de passaportes e naturalizaçao, o Onidex.[70]
• Em janeiro de 2008, funcionarios turcos detiveram uma remessa iraniana destinada a Venezuela que continha equipamento de laboratõrio capaz de produzir explosivos. “O equipamento era suficiente para estabelecer um laboratõrio de explosivos,” disse um funcionario da alfandega turca para a Apara a Associated Press.[71] (The Israel Project - http://www.beth-shalom.com.br)

NOTAS:

[1] “Iran charged over Argentina bomb” BBC, Oct. 25, 2006, ; “Iranians sought for B Aires bomb” BBC, March 15, 2007
[2] “Iranians sought for B Aires bomb,” BBC, March 15, 2007, ; “Iran charged over Argentina bomb,” BBC, Oct. 25, 2006,
[3] “Hezbollah tendría una base regional en Venezuela,” La Nacion, Aug. 29, 2008
[4] “U.S. foes target Latin America,” The Washington Times, Feb. 8, 2008
[5] “Iran charged over Argentina bomb,” BBC, Oct. 25, 2006, ; “Iranians sought for B Aires bomb,” BBC, March 15, 2007
[6] “Iranians sought for B Aires bomb,” BBC, March 15, 2007, ; “Iran charged over Argentina bomb,” BBC, Oct. 25, 2006
[7] Gerstein, Josh, “Iran Ruled Responsible for ‘92 Israeli Embassy Bombing,” The New York Sun, Feb. 27, 2008
[8] “Iran, Brazil to broaden news cooperation,” Islamic Republic News Agency, Oct. 25, 2009
[9] Goodman, Joshua and Nasseri, Ladane. “Iran’s Ahmadinejad Cancels Brazil Trip Indefinitely (Update2),” Bloomberg, May 4, 2009
[10] “Brazilian Trade Minister to Visit Tehran in February,” Fars News Agency, Nov. 1, 2009
[11] “Iran, Brazil Want N. Energy ‘for Everyone,’” Fars News Agency, Oct. 28, 2009
[12] “Brazil Condemns Ahmadinejad’s Comments On Israel Ahead Of Visit,“ The Journal of Turkish Weekly, April 22, 2009
[13] “Amorim says Brazil-Iran ties can movie beyond trade exchanges,“ Tehran Times, Nov. 3, 2008
[14] Sale, Richard: “U.S. Officials: Hezbollah Gaining in Latin America,“ Middle East Times, Feb. 6, 2009
[15] “Brazil a priority for Iran,” PressTV, Nov. 2, 2008
[16] “Building Latin American Ties,” Iran Daily, Sept. 4, 2008, p.4.
[17] “Mottaki: Iran, Brazil Serious to Expand Ties,” Fars News Agency, March 26, 2009
[18] “Mottaki visited Africa, South America,” Tehran Times, April 4, 2009
[19] “Brazilian FM: Iran a key player in Middle East,” IRNA, March 27, 2009
[20] “Brazil wants UNSC to drop Iran nuclear case,” PressTV, Nov. 3, 2008
[21] Pessin, Al, “Military Commander Warns of ran-Hezbollah Influence in Latin America,” Voice of America, March 17, 2009
[22] Brandimarte, Walter, “Brazil’s Lula defends Iran’s nuclear rights,” Reuters, Sept. 25, 2007
[23] “Meeting with Bolivian President,” Sep. 25, 2009, Presidency of the Islamic Republic of Iran
[24] “Morales: Bolivia to Launch TV Station with Iranian Backing,” Jan. 5, 2009, FARS News Agency
[25] Lavie, Mark, “Israeli document: Venezuela sends uranium to Iran.” May 25, 2009, The Huffington Post via The Associated Press
[26] “Bolivia: Iran to Invest in 25 Industrial Projects,” Fars News Agency, Oct. 9, 2007
[27] Bridges, Tyler, “Iran courts new Andean friend — Bolivia,” The Miami Herald, Feb. 6, 2009
[28] Sale, Richard, “U.S. Officials: Hezbollah Gaining in Latin America,” Middle East Times, March 4, 2009
[29] Pessin, Al, “U.S. Military Commander Warns of Iran-Hezbollah Influence in Latin America,” Voice of America, March 17, 2009
[30] Islamic Republic News Agency, “Iran, Cuba sign banking agreement,” Global Exchange, Feb. 19, 2006
[31] “Envoy Highlights Iran-Cuba Strong Relations,” Fars News Agency, March 10, 2008
[32] “Ecuador plans to buy weapons from Iran,” Dec. 14, 2008, Press TV
[33] “Mottaki attends Ecuadorian President’s Inauguration Ceremony,” Aug. 11, 2009, Fars News Agency
[34] “Iranian bank to open branch in Ecuador,” Sept. 10, 2009, Press TV
[35] Webb, Braden “Paraguay’s Persian presence: Iran’s new friend in Latin America,” Council on Hemispheric Affairs, Aug. 21, 2008
[36] “Iran to finance Ecuadorian power plants,” Press TV, March 6, 2009
[37] “Iran, Ecuador to open embassies,” Press TV, Dec. 6, 2008
[38] Legger, Fabrizio, “L’alleanza tra Correa e Ahmadinejad diventa anche militare,” Dazebao, Feb. 15, 2009
[39] “Iran to finance Ecuadorian power plants,” Press TV, March 6, 2009
[40] Cepeda, Esther, “Iran’s Offensive in Latin America: The Chicago Connection,” The Huffington Post, Oct. 31, 2008
[41] “A summary of Iran-Mexico Trade Relations,” 2008, Pro Mexico
[42] Cater, Sarah, “Exclusive: Hezbollah uses Mexican drug routes into U.S.,” The Washington Times, Mar. 27, 2009
[43] “A Line in the Sand: Confronting the Threat at the Southwest Border,” The House Committee on Homeland Security, accessed March 25, 2009
[44] Associated Press, “Terror-Linked Migrants Channeled into U.S.,” Fox News, July 3, 2005
[45] “A Line in the Sand: Confronting the Threat at the Southwest Border,” The House Committee on Homeland Security, accessed March 25, 2009.
[46] Morrissey, Siobhan, “Iran’s Romance of Nicaragua,” Time, Sep. 10, 2007
[47] Webb, Braden, “Paraguay’s Persian Presence: Iran’s New Friend in Latin America,” Council on Hemispheric Affairs, Aug. 21, 2008
[48] Ferrand, Nicole, “Tehran threat in the US’ backyard,” The Americas Report, Feb. 14, 2008
[49] Webb, Braden, “Paraguay’s Persian Presence: Iran’s New Friend in Latin America,” Council on Hemispheric Affairs, Aug. 21, 2008
[50] Ferrand, Nicole, “Tehran threat in the US’ backyard,” The Americas Report, Feb. 14, 2008
[51] “Iran to invest over $200m in Nicaragua,” Teheran Times, Feb. 28, 2009
[52] Hanlon, Nicholas, “Victory for Chavez in Panama” The Americas Report, Dec. 12, 2008
[53] Webb, Braden, “Paraguay’s Persian Presence: Iran’s New Friend in Latin America,” Council on Hemispheric Affairs, Aug. 21, 2008
[54] “Uruguay caught buying Iran arms,” The Washington Times, Oct. 12, 2007
[55] “Iran keen to broaden ties with Uruguay – president,” Islamic Republic News Agency, Oct. 26, 2008, via LexisNexis
[56] Mccool, Grant, “NY prosecutor sees bank settling on Iran ties,” International Business Times, Sept. 17, 2009
[57] “Iran, Venezuela launch joint development bank,” Agence France-Presse, April 3, 2009
[58] “Venezuela, Iran Sign Gas Deal, Pledge Deep Ties”, FOX News, Sept. 7, 2009
[59] “Chavez says Iran helping Venezuela find uranium,” Reuters, Oct. 17, 2009
[60] Oppenheimer, Andrés, “El “eje” de Chávez con Irán,” El Nuevo Herald, Sept. 20, 2009
[61] Ferrand, Nicole, “Venezuela’s Tarek El-Aissami,” The America’s Report, Oct. 3, 2008
[62] Escobar, Pepe, “The southern axis of evil,” Asia Times, Oct. 3, 2007
[63] Karimi, Nasser, “Chavez, Ahmadinejad: US Power on Decline,” The Washington Post, Nov. 20, 2007
[64] “Chavez and Iran unveil anti-US fund,” Al-Jazeera, Jan. 14, 2007
[65] “Caracas-Tehran Maiden Flight Lands,” Iran Daily, Oct. 9, 2007
[66] Maurizio Molinari, “Tehran-Caracas Pact aircraft in exchange for weapons,” La Stampa, Dec. 21, 2009
[67] Kraul, Chris and Sebastian Rotella, “Hezbollah presence in Venezuela feared,” The Los Angeles Times, Aug. 27, 2008
[68] Karimi, Nasser, “Chavez, Ahmadinejad: US Power on Decline,” The Washington Post, Nov. 20, 2007
[69] Karimi, Nasser, “Chavez, Ahmadinejad: US Power on Decline,” The Washington Post, Nov. 20, 2007
[70] Ferrand, Nicole, “Venezuela’s Tarek El-Aissami,” The Americas Report, Oct. 3, 2008
[71] Barillas, Martin, “A mysterious cargo underlines Iran/Venezuela axis,” Spero News, Jan. 26, 2009



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