Os Fatos Sobre Israel e o Conflito no Oriente Médio

11. Quais as guerras travadas entre árabes e israelenses? Quais foram suas causas e conseqüências?

Logo após a declaração da independência do Estado de Israel, os países árabes, ao invés de declarar a independência do Estado da Palestina, declararam guerra e invadiram o Estado de Israel por todos os lados. Após 15 meses de guerra, os israelenses venceram essa guerra de extermíno do estado judeu e definiram as fronteiras acima em 1949, ao custo de 6.000 israelenses mortos.

Atacado em 1956 Israel novamente derrotou os países árabes chegando ao Canal de Suez de onde se retirou por pressão internacional. Note que até o final da Guerra dos 6 dias, isto é por 19 anos, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza estiveram sob domínio árabe e nunca houve a intenção de criar o Estado Palestino nestes territórios.

Na Guerra dos 6 Dias, o deserto do Sinai e a Faixa de Gaza foram tomados do Egito, a Cisjordânia foi tomada à Jordânia e as Colinas de Golan à Síria. Nada foi tomado dos palestinos. A luta foi contra exércitos dos países vizinhos.

Guerra da Independência – 15/5/1948
No dia seguinte à proclamação de independência do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, os exércitos do Egito, da Jordânia, da Síria, do Líbano e do Iraque invadiram o país com o propósito confesso de expulsar os judeus das terras que lhes foram destinadas pela Partilha da Palestina, votada na ONU em 29 de novembro de 1947, e de "afogá-los no Mar Mediterrâneo". Após a assinatura do armistício em 1949, a planície costeira, a Galiléia e todo o Neguev ficaram sob soberania israelense; a Judéia e a Samaria (a Margem Ocidental) ficaram sob domínio da Jordânia; e a Faixa de Gaza, sob administração egípcia. A cidade de Jerusalém ficou dividida, cabendo à Jordânia o controle da parte oriental, inclusive a Cidade Velha, e a Israel, o setor ocidental da cidade. No conflito, foram mortos 6.000 judeus, equivalentes a 1% da população judaica local.

A Campanha do Sinai – outubro de 1956
Por ordem do Egito, os navios israelenses e aqueles com destino a Israel foram impedidos de passar pelo Canal de Suez. Também o bloqueio egípcio ao Estreito de Tiran, que dá acesso ao porto de Eilat, foi reforçado. Com a assinatura de uma aliança tripartite entre o Egito, a Síria e a Jordânia, a ameaça à segurança de Israel tornou-se mais iminente. Em oito dias as Forças de Defesa de Israel (FDI) capturaram a Faixa de Gaza e toda a península do Sinai, detendo-se 16 km a leste do Canal de Suez. Com a intermediação da ONU, o Estreito de Tiran foi reaberto, permitindo o comércio de Israel com países da Ásia e da África, bem como a importação de petróleo do Golfo Pérsico, e Israel retirou suas tropas do Sinai.

A Guerra dos Seis Dias – 5/6/1967
A escalada de ataques terroristas árabes através das fronteiras com o Egito e a Jordânia, bem como o persistente bombardeamento do norte da Galiléia pela artilharia síria, foram o prelúdio para mais um conflito. O Egito solicitou à ONU que retirasse as tropas internacionais que guarneciam o Sinai (e U Thant, o secretário-geral da ONU, imediatamente o fez), deslocando todo o poderio de seu exército para lá e para as fronteiras com Israel, restaurando o bloqueio do Estreito de Tiran. Nova aliança egípcia com a Síria e a Jordânia foi estabelecida, e as emissoras de rádio árabe transmitiam programas em hebraico em que anunciavam à população israelense que seu fim estava próximo. Israel invocou o direito de autodefesa e desencadeou um ataque preventivo contra o Egito e a Síria, conclamando a Jordânia a não intervir. As forças israelenses avançaram pelo Sinai, desbaratando o exército egípcio e expulsando os militares sírios entrincheirados no planalto do Golan. Com a entrada da Jordânia na luta, abriu-se uma terceira frente. Ao fim de seis dias de combates, a Judéia, Samaria, Gaza, a península do Sinai e o planalto do Golan estavam sob o controle de Israel. A cidade de Jerusalém, que estivera dividida entre Israel e a Jordânia desde 1949, foi reunificada sob a autoridade de Israel.

A Guerra de Yom Kippur – 6/10/1973
No dia mais sagrado do calendário judaico – Yom Kippur (Dia da Expiação) – o Egito e a Síria lançaram um ataque de surpresa: o exército egípcio atravessou o Canal de Suez e as tropas sírias invadiram o planalto do Golan. Durante as três semanas seguintes, as Forças de Defesa de Israel mudaram o rumo da batalha e repeliram os atacantes, atravessando o Canal de Suez e penetrando no Egito, ao mesmo tempo que avançavam até 32km de distância de Damasco, capital da Síria. Dois anos de difíceis negociações entre as partes resultaram em acordos de separação de tropas, pelos quais Israel se retirou de parte dos territórios que ocupara.

Operação Paz Para a Galiléia – 1982
Após serem expulsos da Jordânia em 1970, os guerrilheiros da Organização Para a Libertação da Palestina (OLP) instalaram-se no Sul do Líbano, junto à fronteira com Israel. Daí partiram, inúmeras vezes, comandos para ações terroristas contra cidades e colônias no norte de Israel (Galiléia), causando inúmeras baixas e pesados danos materiais. Para interromper esses ataques, o exército israelense entrou no Líbano e destruiu a maior parte da infra-estrutura operacional e militar da OLP na região. Em 1985, Israel retirou-se do Líbano, completando a retirada no ano 2000. Observadores da ONU permaneceram na fronteira entre os dois países. (© Museu Judaico/RJ, http://www.museujudaico.org.br - http://www.beth-shalom.com.br)

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