MITO: O bloqueio naval a Gaza é ilegal.

FATO: O bloqueio é absolutamente legal do ponto de vista das convenções internacionais. Elas permitem que um país intercepte e vistorie embarcações rumo a outro país com qual esteja em guerra, a fim de certificar-se de que não transportam armas ao inimigo.
Apesar de Gaza não ser um Estado formalmente estabelecido, desde que assumiu (à
força) o governo do território em 2007 o Hamas iniciou uma guerra de fato
contra Israel, através de intenso bombardeio a alvos civis israelenses.
Nessa situação, as regras para um conflito armado valem plenamente. Sob a
Lei internacional, o bloqueio marítimo é reconhecido como ferramenta legítima e
Israel pode controlar o tráfego naval em direção a Gaza mesmo em águas
internacionais.
MITO: O fim do bloqueio naval a Gaza não traria riscos à segurança de Israel.

FATO: Se os mísseis produzidos domesticamente em Gaza já conseguem levar pânico às comunidades israelenses próximas à fronteira, pode-se imaginar o que aconteceria se o Hamas tivesse acesso a armas de maior alcance e poder de destruição.
Em 3 de junho de 2002, por exemplo, a marinha israelense capturou o navio
Karine A, que estava levando do Irã a Gaza 50 toneladas de armas avançadas. Em
março de 2011, mais 50 toneladas de armamento pesado foram encontradas no navio
Victoria, interceptado pela marinha de Israel quando se aproximava de Gaza.
MITO: É preciso furar o bloqueio naval a Gaza, pois o território está
isolado do resto do mundo.

FATO: Gaza faz fronteira com dois países: Israel e
Egito. E, desde maio de 2011, a fronteira entre Gaza e Egito está aberta.
Cidadãos e mercadorias podem circular livremente, desde que vistoriados pelas
autoridades egípcias. O que o Hamas quer (e se vale da inocência ou conivência
dos ativistas a bordo da flotilha para tal) é a chegada de armamentos sem
qualquer controle, para que sejam utilizados contra a população civil de
Israel.
MITO: Devido ao bloqueio, a população de Gaza sofre com a falta de remédios
e gêneros de primeira necessidade.

FATO: Desde que Israel iniciou o bloqueio naval a
Gaza, toda carga apreendida passa por verificação. Apenas armas e materiais que
possam ser utilizados para fabricação de armamentos são confiscados. Todo resto
é liberado e segue em caminhões rumo a Gaza.
Diversos jornalistas têm visitado Gaza recentemente e reportado a mesma
situação: as lojas e supermercados estão repletos de mercadorias, não há
qualquer falta de gêneros de primeira necessidade e os habitantes vivem uma
rotina normal – apesar da ferrenha ditadura implementada pelo Hamas em 2007. (www.israelnaweb.com - http://www.beth-shalom.com.br)
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