O conflito no Líbano e em
Como passei minhas férias de verão
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Ataque de mísseis do Hizb’allah à garagem de trens em Haifa, que matou 8 pessoas e feriu 20. |
O Norte de Israel é um paraíso para quem está de férias. Desde trilhas para andar, rios para nadar, hotéis luxuosos para deleitar-se, lugares místicos para buscar inspiração, há alguma coisa para todo mundo. Por esse motivo, na semana passada, quando tirei minhas primeiras férias em quatro anos, coloquei-me a caminho do norte.
Quando o Hizb'allah (Partido de Alá) atacou uma patrulha das Forças de Defesa de Israel (FDI) na fronteira libanesa, na quarta-feira pela manhã, abrindo assim sua mais nova rodada de guerra, eu estava na fortaleza de Megido, olhando as ruínas de civilizações e suas guerras por esta terra, voltando 5.000 anos atrás. Na quinta-feira fui a Nahariya, andando por um campo de batalha da guerra atual: a rua onde duas horas antes Monica Seidman foi morta por um [foguete] Katyusha, quando estava sentada em sua varanda, tomando seu café da manhã.
Depois que deixei Nahariya, com seus residentes acotovelados em abrigos antibomba e vãos de escadas de prédios de apartamentos, avancei para o oeste, ao longo da estrada da fronteira para Kiryat Shmona. Na medida em que dirigia ao longo da estrada vazia, bonita e montanhosa e olhava atentamente para a fumaça de foguetes subindo violentamente de
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Um míssil do Hizb’allah matou o motorista desse automóvel em Haifa. |
Por seis anos, desde que Ehud Barak se rendeu às demandas da extrema-esquerda israelense, financiada pela União Européia (UE), e retirou as tropas das FDI do Sul do Líbano em maio de 2000, Israel não interferiu e não fez nada para impedir que o Hizb'allah construísse seu maciço arsenal de foguetes e mísseis. As FDI não fizeram nada quando o Irã efetivamente estabeleceu suas operações em toda a extensão da fronteira.
Durante todo o dia, na quinta-feira, as estações de rádio libanesas tocaram marchas militares. Locutores fizeram repetidas declarações evocando Alá, o Líbano, os mujahadin (guerreiros) e a jihad (guerra santa islâmica). Claramente, eles estavam excitados com o fato de que a longa e esperada guerra havia começado.
Por seis anos
Agora que o Hizb'allah começou a guerra, ele pode ser impedido de continuar a atacar
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Uma idosa é retirada de sua casa em Haifa depois de um ataque com mísseis do Hizb’allah. |
O Hizb'allah atacou na semana passada porque o Irã lhe ordenou que atacasse. Imediatamente após a delegação iraniana ter rejeitado a oferta européia-americana de todos os tipos de compensações em troca de uma suspensão de suas atividades de enriquecimento de urânio, eles voaram para Damasco e deram ao Hizb'allah suas ordens para marchar.
O Hizb'allah está sempre pronto a atacar
Nesse ponto, o Hizb'allah não é diferente do Hamas. O Hamas (
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Manifestação anti-israelense em Londres. O cartaz sobre o carrinho dos bebês diz: “Somos todos Hizb’allah”. |
Exatamente porque esses grupos existem somente para destruir
Embora seja impossível deter o Hizb'allah, existem partes envolvidas no presente conflito que podem ser intimidadas. Especificamente, autoridades israelenses têm acertadamente apontado para os governos do Líbano e da Síria
O exército libanês não pode desarmar o Hizb'allah. Ele pode, entretanto, ser coagido a não ajudar o Hizb'allah. Se Israel for capaz de assegurar com credibilidade aos libaneses que as tropas das FDI não terminarão suas operações no Líbano até que o Hizb'allah seja totalmente destruído como força combatente, então pode persuadir o governo libanês a ficar fora do conflito e a posicionar seu exército ao longo da fronteira com Israel depois que a luta tiver acabado.
A Síria também tem interesses não relacionados com
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Manifestação contra Israel em Nova York. Observe o cartaz que diz: “O islã dominará!” (com a bandeira do islã sobre a Casa Branca). |
Atingindo o Hamas na
Destruindo o Hizb'allah e removendo seus Estados-Clientes para longe,
A guerra por procuração do Irã contra
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O cartaz do manifestante islâmico em Nova York diz: “Alá destruirá o Estado de Israel terrorista”. |
Dados os diversos interesses de todas as partes envolvidas na atual guerra contra
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